Eu não me chamo Maria,
mas, já imaginei se seria diferente se chamasse.
Eu nunca fui a Paris e nem falo Inglês,
mas, já imaginei como seria se minha lingua materna não fosse Português.
Eu moro em Minas, mas nasci em outro estado
e já imaginei como seria se por lá eu tivesse ficado.
Eu não sou graduada em exatas,
mas, já imaginei se não houvesse escolhido 'humanas'.
Eu não sei tocar instrumento,
mas, se pego um violão, eu me imagino sabendo.
Eu não entendo de moda,
mas, já imaginei escrever uma coluna pra 'vogue'
Eu não sei cozinhar,
mas, já imaginei receber amigos pra jantar.
Eu não sou alta,
mas, já imaginei o que mudaria ter a mais uns 10cm.
Eu não sou habilitada,
mas, já imaginei viajar por ai pra conhecer o mundo.
Eu não sou mãe,
mas, já imaginei como seria desempenhar esse papel.
Eu não entendo de futebol,
mas, já me imaginei na copa em 2014.
Eu não tenho dinheiro,
mas, já imaginei o que faria se eu tivesse.
Eu não entendo muito de quase nada,
mas, já imaginei como seria bom saber de tudo um pouco.
Eu não sei o que esperar daqui em diante,
mas, já imaginei tanta coisa...
Então, eu nao sei,
mas, imagino estar perdida em expectativas.
sábado, 4 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
Depende do Contexto.
Caso você peça,
Caso com você!
Casa comigo? você só precisa dizer.
Casa? (timidamente, ele perguntou)
Caso eu diga sim, claro,
Casa, é importante.
Casa, caso tenha, eu caso.
Casa? (mais uma vez, ele tentou)
Isso, casa, comida e roupa lavada.
[ela riu. relapsa e inocente.]
Ps: tá difícil ou quer que desenhe? hehe.
Caso com você!
Casa comigo? você só precisa dizer.
Casa? (timidamente, ele perguntou)
Caso eu diga sim, claro,
Casa, é importante.
Casa, caso tenha, eu caso.
Casa? (mais uma vez, ele tentou)
Isso, casa, comida e roupa lavada.
[ela riu. relapsa e inocente.]
Ps: tá difícil ou quer que desenhe? hehe.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
To be. This is the question.
Algumas pessoas, se eternizam em palavras. São filósofos.
Algumas pessoas, se eternizam em escritos. São poetas.
Algumas pessoas, se eternizam em uma canção. São compositores.
Algumas pessoas, se eternizam por sua voz. São "locutores de aeroporto"
Algumas pessoas, se eternizam quando passam. São as 'garotas de Ipanema'.
Algumas pessoas, se eternizam por grandes feitos. São 'superdotados'.
Algumas pessoas, não são filósofos, nem se quer poetas ou superdotados ...
E, mesmo assim, se eternizam por momentos compartilhados,
Pessoas comuns, que se eternizam pelo simples fato de Ser,
pois se permitem Ser junto. São amigos.
Algumas pessoas, se eternizam em escritos. São poetas.
Algumas pessoas, se eternizam em uma canção. São compositores.
Algumas pessoas, se eternizam por sua voz. São "locutores de aeroporto"
Algumas pessoas, se eternizam quando passam. São as 'garotas de Ipanema'.
Algumas pessoas, se eternizam por grandes feitos. São 'superdotados'.
Algumas pessoas, não são filósofos, nem se quer poetas ou superdotados ...
E, mesmo assim, se eternizam por momentos compartilhados,
Pessoas comuns, que se eternizam pelo simples fato de Ser,
pois se permitem Ser junto. São amigos.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Mais de alma
♪ "até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para"
Frágil,
Querendo parecer forte.
Dependente,
Querendo sentir-se livre.
Medrosa,
Querendo parecer durona
Mas, sem querer,
Deixa vir à tona
Em forma de lágrima,
Qualquer coisa que seja,
Não sei se dor,
ou mal estar,
Talvez seja,
Na verdade, algo que eu nao sei nomear.
Só sei que são lágrimas,
E elas lubrificam o olhar!
Frágil,
Querendo parecer forte.
Dependente,
Querendo sentir-se livre.
Medrosa,
Querendo parecer durona
Mas, sem querer,
Deixa vir à tona
Em forma de lágrima,
Qualquer coisa que seja,
Não sei se dor,
ou mal estar,
Talvez seja,
Na verdade, algo que eu nao sei nomear.
Só sei que são lágrimas,
E elas lubrificam o olhar!
sexta-feira, 1 de junho de 2012
. de Ebulição.
Minha cabeça tem andado cheia...
isso me faz perder noites de sono,
Eu queria não estar tão confusa agora,
na verdade, a ponto de explodir,
Sabe, nunca imaginei que eu sentiria,
literalmente, essa "cabeça quente"
que as pessoas dizem...
Mas, chega a borbulhar,
Sei lá, responsabilidade,
Maturidade,
Tudo isso que vem com "Idade"...
Planos,
Vontades,
É a gente tem.
E também tem
que saber abrir mão.
Conscientizar-se,
O cenário exige o ser "crescido".
Porque a gente toma decisão
e depois tem que dar satisfação.
Eu creio sim, no que a psicologia diz,
sabe,
sobre essa criança que existe aqui
e Confesso,
bem que queria dar espaço pra essa minha
"existencia" infantil...
Quem sabe, se eu disser que "Freud explica..."
Talvez, fique tudo certo,
As minhas mãos estão abertas,
Polegares na bochecha...
Olhos fechados...
E, por um instante,
A minha língua se mostra.
Um sinal original de insatisfação
Ah... deixa eu ser criança,
Só hoje,
pra exercer toda sinceridade
dessa Liberdade de expressão.
isso me faz perder noites de sono,
Eu queria não estar tão confusa agora,
na verdade, a ponto de explodir,
Sabe, nunca imaginei que eu sentiria,
literalmente, essa "cabeça quente"
que as pessoas dizem...
Mas, chega a borbulhar,
Sei lá, responsabilidade,
Maturidade,
Tudo isso que vem com "Idade"...
Planos,
Vontades,
É a gente tem.
E também tem
que saber abrir mão.
Conscientizar-se,
O cenário exige o ser "crescido".
Porque a gente toma decisão
e depois tem que dar satisfação.
Eu creio sim, no que a psicologia diz,
sabe,
sobre essa criança que existe aqui
e Confesso,
bem que queria dar espaço pra essa minha
"existencia" infantil...
Quem sabe, se eu disser que "Freud explica..."
Talvez, fique tudo certo,
As minhas mãos estão abertas,
Polegares na bochecha...
Olhos fechados...
E, por um instante,
A minha língua se mostra.
Um sinal original de insatisfação
Ah... deixa eu ser criança,
Só hoje,
pra exercer toda sinceridade
dessa Liberdade de expressão.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Bastaria
Um abraço, por proteção
Um ouvido, com atenção.
Um amigo, capaz de compreensão.
Um olhar, de motivação
Uma voz, pra orientação.
Uma mão, que guie, por precaução.
Um ouvido, com atenção.
Um amigo, capaz de compreensão.
Um olhar, de motivação
Uma voz, pra orientação.
Uma mão, que guie, por precaução.
sábado, 19 de maio de 2012
7:00am
O relógio despertou.
Eu não despertei.
Abri os olhos.
Me permiti mais cinco minutos.
Pisquei. Lá se foi meia hora.
Dez minutos. Foi o que restou.
[Cambaleando]
Água no rosto. Me uniformizei. Saí.
Andei. O caminho parecia mais longo,
o destino mais longe.
Tudo porque, às vezes, a gente pisca
E o tempo passa
Hora do almoço e...
Eu nem tinha tomado café.
É, talvez dê tempo amanhã.
(Pensando se vale a pena dormir, enquanto os outros, despertos já estão).
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